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PNSB

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O "Dicionário de Conceitos" é um projeto do PNSB para aprimorar e promover a releitura de termos relevantes para a correta interpretação de nossa Doutrina. Visa também desmistificar a "carga negativa ou positiva" (pré-conceito) que algumas palavras carregam, o que apena endossa a política do Sistema em detrimento de um viés revolucionário. O exercício reflexivo da nossa propositura - a Cosmovisão Nacional-Socialista - acarreta no constante aperfeiçoamento dos conceitos aqui tratados, posto que se trata de trabalho reconhecidamente grandioso, mesmo pretensioso, mas que segue uma linha de coerência e agregação de conhecimento.

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Afirmacionista – Da mesma forma que aos revisionistas é atribuída a alcunha “negacionista”, a contrario sensu, portanto, aqueles que sustentam a tese oficial do Holocausto Judeu nada mais são do que “afirmacionistas”. Faz-se necessária a devolução da cortesia em apelidar o oponente, uma vez que ao rotular os revisionistas de “negacionistas”, busca-se aumentar-lhes o grau de responsabilidade da informação num nível sofístico e inverter o ônus da prova, através do conhecido recurso retórico da probatio diabolica.

AfirmaSionista – Versão fundamentalista dos proclamadores do Holocausto; possui objetivos definidos e responde perante uma chefia, no mais das vezes, financiadora de sua empreitada pseudo-historiográfica. Distingue-se pelo forte ranço ideológico que orienta todas as suas condutas, seja ele calcado no discurso fácil dos liberal-democratas ou no igualitarismo pueril marxista, pior ainda, o sectarismo judaico. Orienta-se, acima de tudo, pelo dogma de manutenção do mito sob a missão de impedir qualquer ressurgimento do Nacional-Socialismo. Vale-se da coação moral, do terrorismo psicológico, de intimidações e calúnias para neutralizar e desqualificar seu adversário e, assim, escamotear o mérito da discussão.

Anti-Judaísmo – Posição contrária ao Judaísmo, este considerado não apenas como religião, mas também como cultura, em seu sentido mais amplo. Não confundir com o combate ao Judeu enquanto indivíduo, mas sim o Judaísmo como movimento histórico (da mesma forma como existem correntes anticristãs ou anti-islâmicas).

Anti-Semitismo – Tecnicamente, o anti-semitismo é uma posição contrária aos semitas, designação que compreende diversos povos que hoje ocupam principalmente toda a região do Oriente Médio, e que não se limitam aos judeus, mas também árabes e outros. Por não se constatar de fato a existência de movimentos anti-semitas relevantes (tecnicamente), ou seja, pessoas que nutram aversão aos povos semitas como um todo, conclui-se pela inexistência do anti-semitismo real. Porém, na atualidade, e desde há um tempo razoável, tem-se usado o termo para identificar qualquer coisa que vá contra os interesses da elite judaica. Por meio da difamação com o rótulo de anti-semitismo, confunde-se tanto o anti-sionismo com o anti-judaísmo e, pior ainda, dá-se uma conotação racial à crítica política (semita remete à raça), ou seja, no intuito de desqualificar e afastar toda crítica legítima a determinados segmentos judaicos.

Anti-Sionismo – Manifestação comum entre os segmentos marxistas (“extrema-esquerda”) que, ao ignorarem a dimensão milenar da Questão Judaica, procedem a um recorte do tema, em que se dirigem críticas estritamente à política do Estado de Israel, ou seja, reduzindo toda a pauta de discussões à conveniente apreciação do Sionismo no pós-45 e à Palestina. Com isso, apenas é tangenciado o assunto sem que se analise o problema judaico em toda a sua conjuntura histórica, no decorrer dos séculos e nas diversas nações em que se manifestou.

Aristocracia – Governo da elite intelectual e moral da nação, no qual esta última, saudável quanto aos valores que cultiva e coesa em seu espírito de coletividade, reconhece a legitimidade daqueles mais aptos à condução do bem comum. A Aristocracia nada mais é do que a Lei Natural aplicada às relações políticas da sociedade, afastadas as fórmulas insustentáveis e irresponsáveis que negam o Princípio da Autoridade sob a alegação de uma etérea democracia fundada na “soberania popular”, exaurida de eficácia e extremamente instável, porém exuberante em seu discurso sedutor.

Autoridade – Investidura em poder legítimo, tomada para si a responsabilidade proporcional ao comando. Compreende um binômio indissociável: autoridade/responsabilidade.

Burguesia – Diferentemente do conceito puramente econômico, materialista, que se dá à palavra burguesia, a Doutrina Nacional-Socialista vê em sua definição uma noção antagônica à moralidade pública. O espírito burguês, que tanto pode ser verificado no operário ou no empresário, representa a conduta individualista dissonante do interesse comum e alienada dos problemas da sociedade. Como proposta de mundo que não fomenta artificialmente uma “luta de classes”, ou seja, a luta contra o burguês objetivamente identificável neste ou naquele segmento, a Revolução Nacional-Socialista visa atingir a formação cívica de todas as pessoas, indiscriminadamente, e a partir daí combater a burguesia como um elemento subjetivo no consciente popular.

Capital – A luta contra o Capital é a oposição entre a força produtiva nacional e a especulação financeira (escravidão dos juros). A visão de mundo organicista não deslegitima a figura do empreendedor na economia, tão importante quanto o trabalhador assalariado, o profissional liberal, o funcionário público, o artista, o pesquisador e todos outros que compreendem o ciclo produtivo de riquezas, a vida cultural e acadêmica e a administração pública.

Capitalismo – Ao encontro do que já dizia Goebbels, capitalismo não é uma coisa em si, mas uma relação entre o homem e o mundo material. Trata-se do uso abusivo dos bens materiais, a desvirtuação do papel do dinheiro, a irresponsabilidade no exercício do direito de propriedade, onde os motivos pessoais, para os quais serve o capitalismo, se sobrepõem aos interesses de todo o povo.

Comunidade Internacional – Termo usado pela mídia para definir o que eles querem que as pessoas tomem por “todos os países civilizados“. Na realidade, é uma expressão para designar o Z.O.G., Estados sem soberania plena e identidade nacional, cujos governos são meros fantoches dentro da Nova Ordem Mundial Sionista pós-45, e que dão suporte para todos os atos criminosos de USrael.

Decisão  Elemento-chave na sustentação da estrutura política; unidade de fluidez no processo de manutenção do interesse coletivo. Avalia-se o mérito de um Sistema a partir da relação entre a responsabilidade e eficiência das decisões tomadas (autoria/conteúdo) com a solidez das Instituições Estatais. A falibilidade das decisões, conquanto que característica inerente à natureza humana, não justifica a temerária limitação de poderes do Estado, uma vez que tal raciocínio nos leva invariavelmente ao anarquismo, ou seja, a ilegitimidade absoluta das decisões em face da reconhecida imperfeição das instituições.

Democracia  É o parâmetro de eficácia social de dado governo; medida de legitimidade. Em nada tem a ver com o tipo de regime ou sistema adotado. Dentro dessa concepção, governos totalitários e centralizadores podem ser democráticos, desde que atendam as demandas sociais. Por outro lado, a mera aplicação do instituto do sufrágio universal e da separação de poderes não implica a democracia, haja vista a atuação nos bastidores do poder e a manipulação política. Democracia, em seu uso corrente, é apenas um lugar-comum demagógico em favor do “politicamente correto”.

Establishment – É o poder estabelecido; conjunto das ideologias dominantes articuladas entre si. Grupos que representam movimentos históricos de perpetuação de seu projeto político, dentro de uma estrutura que visa deslegitimar qualquer outra manifestação contrária à Nova Ordem Mundial Sionista.

Estado  A sociedade organizada em sua máxima capacidade de promoção do interesse público, portanto reflexo do estágio de desenvolvimento civilizatório. O Estado representa a identidade política da Nação.

Etnia – Desígnio politicamente correto correspondente à raça, no afã da hipocrisia instituída em criar um termo socialmente aceito para dar vazão à incontornável necessidade em recorrer à identidade biológica como um dos elementos de compreensão das sociedades humanas.

Guerra – É a máxima manifestação do embate entre culturas, ideologias, civilizações ou interesses regionais. Última instância para que os povos possam dirimir seus entraves políticos.

Holocausto - Trata-se de uma marca que remete à barbárie; um slogan de conveniência que representa a maldade absoluta. Identifica-se na marca do “Holocausto”, segundo a História Oficial, um núcleo comum de características que correspondem a uma política governamental do III Reich para o extermínio da população judaica, com o emprego de logística e técnica complexas e sua aplicação em escala industrial através do uso de câmaras de gás e outros métodos, que resultaram na morte de seis milhões de judeus, além de outras minorias. Apesar da verificação de um acontecimento de tamanha dimensão ser perfeitamente passível de análise crítica, este suposto fato histórico foi elevado, porém, à categoria de Dogma, uma vez que a discussão científica acerca da sua veracidade é descartada e, mais ainda, é tutelado pelo Estado através de uma política criminalizante da pesquisa acadêmica, tal qual à época da Santa Inquisição. Erigiu-se um estatuto supra-racional para esta estória, condição jurídica anômala, no qual se afirma uma inquestionável notoriedade que mais se aproxima de uma crença religiosa: aquele que não acredita no Holocausto é tido como herege. Tal alegado fato é, na verdade, o maior embuste a que já foi submetida a comunidade internacional: trata-se da “Mentira do Século XX”, mantida e sustentada através do aparelhamento da mídia e com uma implacável manipulação política. A revisão histórica já demonstrou a total inconsistência da versão até então tida como verdadeira, e os revisionistas tem sido ferozmente perseguidos, numa reação que apenas evidencia e reconhece a sua fragilidade ante a razão. A compreensão do tema, pressupondo-se a libertação das amarras do politicamente correto, revela que o Holocausto nada mais é do que a justificativa artificialmente criada para: explorar e desmoralizar o povo alemão; dar legitimidade à política intervencionista USraelense; desviar a atenção sobre os verdadeiros culpados pela deflagração da Segunda Guerra Mundial e suas conseqüências; difamar a Cosmovisão Nacional-Socialista; inviabilizar qualquer tentativa de ressurgimento do sentimento nacionalista que se manifestou através dos movimentos das décadas de 20 e 30 e, principalmente, funcionar como um salvo-conduto para a Nova Ordem Mundial Sionista.

Personalidade – Potencial de insurgência contra o “politicamente correto”.

Plutocracia – (do grego ploutos: riqueza; kratos: poder) é quando o poder é exercido ou fortemente influenciado pelo grupo mais rico de uma sociedade. No caso das “esclarecidas democracias ocidentais”, constata-se a absoluta concentração do poder real nas Altas Finanças internacionais, os grandes conglomerados de banqueiros que exercem a verdadeira governança e determinam a agenda política mundial.

Política – A despeito do uso vulgar desta palavra para representar as negociatas imorais de homens públicos nos contaminados regimes atuais, Política representa, no seu sentido superior, o esforço humano dirigido à conscientização dos problemas da coletividade e o espírito de cooperação para o progresso.

Politicamente Correto – É a fronteira entre as opiniões aceitas pelo establishment e as posições tidas como inconvenientes à ordem estabelecida. Hipocrisia institucionalizada que emoldura a suposta liberdade de expressão num conjunto de opiniões pré-estipuladas, em contradição aos não menos vazios “princípios democráticos”. É uma limitação à expressão do indivíduo, que se vê constrangido pelo conforto psicológico e pelo socialmente aceito, em detrimento do questionamento e da reflexão crítica.

Pós-45 – Não apenas uma referência cronológica isolada, trata-se do principal marco do processo de degeneração da sociedade, resultado da vitória do materialismo judaico sobre a tradição das nações arianas e os movimentos nacionalistas ao redor do mundo. Com a derrota militar do Eixo, tem-se início a Era de máxima exploração do capital à liberdade humana: gênese da Nova Ordem Mundial Sionista.

Propaganda de Guerra – Conjunto de informações manipuladas, veiculadas com vistas ao beneficiamento de dado lado numa disputa e a criação de uma ambiente desfavorável ao adversário, com patrocínio à sua condenação pública. No caso dos desdobramentos da Segunda Guerra Mundial e o pós-45, verificou-se um montante exorbitante de propaganda do Sionismo Internacional, incessantemente, a fim de moldar artificialmente os valores da sociedade e seu conhecimento acerca da História recente, resultando na “Matrix” moderna.

Raça – Identidade natural de cada indivíduo, determinada pela sua composição genética (sangue) e que, indiretamente, forja seu modo de vida (cultura).

Racismo – Vocábulo empregado indiscriminadamente para constranger qualquer manifestação que contrarie a cartilha que pretende abolir o sentimento de identidade racial, através do estímulo à miscigenação. Diferencia-se a perspectiva racial negativa (o ódio injustificado contra o diferente), da perspectiva racial positiva, a qual nada mais é do que o instinto natural de preservação e amor à herança genética dos antepassados. Cumpre lembrar que o conflito nasce da promiscuidade cultural, da intromissão de um povo no espaço do outro, onde quer que ocorra; esse é um dado histórico. Portanto, a melhor medida para combater o “racismo” (no sentido negativo do termo) é justamente afirmar as diferenças raciais e promover uma política sadia de orgulho de cada grupo natural em seu território.

Racialismo – Estágio de amadurecimento intelectual em que, a bem da independência frente à cartilha de opiniões “desejáveis”, se reconhecem as diferenças entre os seres humanos e sua classificação em raças. A aceitação dessa concepção de mundo - que chega mesmo a ser intuitiva, mas que por razões artificiais tem sido desvirtuada - é condição fundamental para a libertação das amarras do politicamente correto. Conhecer e respeitar as raças é um dos estágios para a evolução do indivíduo.

Z.O.G. – Abreviação de Zionist Occupation Government ou Zionist Occupied Government, é o termo para definir a dominação que os Sionistas exercem em determinados países, cujos governantes são seus títeres